FUNCEF promove painel especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher 

Iniciativa destacou importância de planejamento previdenciário durante a carreira

Institucional -
10/03/2026

A FUNCEF promoveu nesta segunda (9/3) uma manhã especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher para debater a presença feminina no mercado de trabalho, o planejamento previdenciário e a construção de patrimônio ao longo da carreira. 

A ação, que iniciou embalada pela música Chega deste Vocabulário, de Assunção Leal, integrou a agenda institucional de valorização da diversidade e reforçou o compromisso da Fundação com um ambiente profissional inclusivo.  

Além da participação das mulheres, a iniciativa contou com a presença do diretor de Administração e Controladoria, Rogerio Vida, do diretor de Investimentos, Fabiano Nogueira, o gerente de Pessoas, Mairton Neves e o Secretário-Geral Orency Silva. 

Logo no início do evento, o diretor de Administração e Governadoria, Rogério Vida, parabenizou a iniciativa. “É extremamente importante essa iniciativa, como homenagem às mulheres. É uma satisfação muito grande estar com vocês. Esse é o quarto evento em homenagem às mulheres que eu participo e a cada ano nos renovamos. Nós, homens, precisamos sempre trazer o respeito e apoio para derrubar os índices de violência contra as mulheres no Brasil.” 

Na oportunidade, como forma de representar as mulheres e mostrar que as elas podem estar onde quiserem, ele convidou a presidente do Conselho Deliberativo, Maria Salete Cavalcanti para presenteá-la com um pin com o símbolo do selo Great Place to Work (GPTW), usado pelos líderes da instituição. O selo é uma certificação sobre as melhores empresas para trabalhar.  O diagnóstico do clima organizacional da empresa foi feito a partir de respostas de empregados e empregadas da FUNCEF. 

O diretor em exercício da DIBEN, Dionisio Siqueira, fez questão de deixar uma mensagem, por vídeo, para as mulheres, parabenizando e exaltando o trabalho das empregadas da FUNCEF e CAIXA. 

O gerente de Pessoas, Mairton Neves, enalteceu a iniciativa. “A experiência vivida no dia de hoje, na FUNCEF, foi sensacional. Foram compartilhadas vivência, experiências e aprendizagens de mulheres fortes. Quero dizer a todas o que são especiais, competentes, cuidadosas, amáveis e conduzem tão bem a nossa Fundação.” 

Antes do início do bate-papo com as mulheres, a integrante do Comitê de ASGI da Fundação, Bárbara Canongia, e a analista da Ouvidoria Milena de Macedo, reforçaram a importância do Manifesta FUNCEF pela Diversidade, que enfatiza o compromisso da Fundação com respeito às diferenças e promoção da equidade. 

Dividindo o palco, a coordenadora de Comunicação, Assunção Leal, apresentou as iniciativas de 2026, voltadas às temáticas da diversidade em que 12 temas inclusivos são trabalhados, mês a mês, em projetos de comunicação integrada ao ASGI, dentre os quais está o machismo, como pauta para o mês alusivo às mulheres. “O apoio do presidente Ricardo Pontes e dos demais diretores, às temáticas inclusivas, fortalecem nossas iniciativas”, reflete Assunção Leal. 
 
O evento contou com cinco painéis e uma palestra motivacional no fechamento, com a empregada da CAIXA, Leila Haddad, que compartilhou um pouco da sua potente história de superação e sua trajetória profissional na instituição.   

“Eventos como esse, em comemoração ao dia das mulheres, reforçam a necessidade de ambientes com diversidade e que devemos nos dedicar cada vez mais à equidade”. Reforça, a coordenadora do Comitê ASGI, Bárbara Canongia. 

A Mulher e o Mercado de Trabalho  

O primeiro painel, intitulado a Mulher e o Mercado de Trabalho, foi ministrado pela analista da DIBEN, Luciene Café, que relatou uma série de preconceitos que as mulheres ainda passam dentro do mercado de trabalho. 

“Quando um homem traz características valorizadas pelo mercado como ambição, firmeza, competitividade e assertividade é considerado louvável, mas quando é uma mulher é algo rechaçado”, afirmou Café, completando ainda que é preciso que as mulheres se apoiem. “Lugar é onde mulher onde ela quiser. Mas, será que a sociedade está preparada para isso? Nós, sabemos que podemos! Nós precisamos apoiar umas as outras. Temos que louvar as mulheres, para que a sociedade se acostume a essa realidade”, pontuou. 

A presidente do Conselho Deliberativo, Maria Salete Cavalcanti, frisou que dados e pesquisas mostram que atualmente vivemos um momento hostil para as mulheres, como o aumento do feminicídio e a ascensão do machismo nas gerações mais novas.  

“Hoje é um dia para celebramos a luta das mulheres e refletirmos sobre o viés do machismo que nos atravessa todos os dias, inclusive no mercado de trabalho.” 

Em sua fala, ela destacou que foi surpreendida com a indicação para ocupar o cargo no Conselho Deliberativo. “Quando foi dito o meu nome me surpreendi, pois jamais pensei que eu poderia ser indicada. A misoginia nos atravessa de modo invisível. É preciso refletirmos isso com relação a mulher e o mercado de trabalho. Nós somos atravessadas invisivelmente por esse viés. A gente não se dá conta. As instituições precisam reforçar as políticas representativas.”  

Acolhe FUNCEF 

Analista da Diretoria de Benefícios, Lucilene Alves, pontuou como a iniciativa Acolhe FUNCEF, voltada à promover um ambiente seguro aos empregados FUNCEF em casos de discriminação, assédio, injúrias e importunação sexual, é uma ação que insiste em alimentar essa cultura de boas práticas. “A ideia é reforçar que a Fundação tenha um ambiente cada vez mais seguro para todos”.  

Para ela, é preciso mudar paradigmas com relação ao papel da mulher no mercado de trabalho e a mudança precisa ser feita também no ambiente familiar.  

“A mudança começa dentro da gente e do ambiente familiar. A divisão dos afazeres, em casa com os filhos e as tarefas domésticas, com o nosso parceiro é fundamental. Se for divido é bom para dois lados. É uma mudança necessária. Quem ama cuida!” 

Início da jornada previdenciária 

O segundo painel do evento abordou a Mulher Previdente no início da jornada previdenciária. As painelistas Fabiana Agle, da CAIXA, e Priscila Rodrigues e Natália Cristina, da FUNCEF, descreveram a importância da mulher se enxergar como protagonista financeira da sua vida.  
 
“O mundo mudou e hoje precisamos nos adequar ao novo. É vital que as empresas incentivem e reforcem essa cultura para que as mulheres se promovam no futuro”, reforçou Priscila.  
 
No bate-papo, Natália relembrou como é comum que as pessoas não pensem na previdência enquanto são mais jovens.  “É comum ouvirmos: quando eu entrei no mercado de trabalho muito jovem e não sabia o que fazer. Nem sempre temos a oportunidade quando iniciamos a jornada de trabalho.” 

Fabiana Agle, que possui 20 anos de CAIXA, citou como a psicologia positiva se relaciona com a previdência já que essa é uma forma de autocuidado. “Quando eu penso na minha família e no futuro, vejo como é importante pensar e preparar a previdência, pois é isso que vai garantir minhas realizações e padrão de vida. Esse pensamento passou a ser mais forte depois da maternidade. O futuro começa hoje”. 

As palestrantes deram um destaque especial aos planos ativos REB e Novo Plano, ressaltando como fazer parte desses planos de previdência é um privilégio e uma oportunidade de cuidar do futuro e se preparar para a aposentadoria. 

A painelista Priscila Rodrigues enfatizou a importância da previdência privada no futuro. “Eu vejo a previdência como investimento. Convido as mulheres que ainda não conhecem para conhecer a nossa previdência e começar a poupar.” 

Construção de patrimônio 

No terceiro painel do dia, a empregadas da FUNCEF, Amanda Fakih Leite Scheller, Patrícia Lustosa e Fernanda Moura Albuquerque debateram sobre a Mulher Previdente no Meio do Caminho: construção de patrimônio e ajustes de rota. 

As painelistas lembraram que as mulheres se dividem em vários papéis durante sua vida, como trabalho, casa, maternidade e estudos. Mas elas também chamaram atenção para um dado que assusta: as mulheres contribuem menos do que os homens na previdência. 

No meio de tantas responsabilidades, Amanda, Patrícia e Fernanda comentaram sobre os desafios de ultrapassar os percalços da vida e continuar contribuindo com foco na construção do futuro. 

“Nós passamos por ciclos na vida, mas é importante fazer um esforço e manter a constância para construir esse patrimônio que é importante para as mulheres”, lembrou Fernanda.  

Para Fernanda Moura, “a constância que vai fazer o patrimônio”, ou seja, a manutenção do hábito de destinar, mês a mês, uma parte do salário para a previdência é essencial. Segundo ela, não importa o valor, o que é fundamental é a constância. “É melhor ser formiguinha do que heroína” ao investir na previdência privada.  

Elas também alertaram sobre a importância de acompanhar a evolução do saldo da previdência, acessando o autoatendimento, conferir o simulador e fazer os planejamentos futuros. “A dica que damos é periodicamente estar sempre revisitando o plano de aposentadoria.  

A preparação pré-aposentadoria com planejamento, metas e decisões de longo prazo foi o quarto case do evento em homenagem ao Mês da Mulher. A coordenadora de Atendimento e Relacionamento da FUNCEF, Elaine Carlos e a aposentada da CAIXA, Eliana Vincensi, destacaram a importância da construção do benefício. 

Eliana relembrou sua trajetória profissional e de investimentos, e como a disciplina foi fator fundamental para manter o foco e alcançar uma aposentadoria que manteve seu padrão de vida. Para ela, ser mulher muitas vezes foi um obstáculo pelas dificuldades impostas, mas a dedicação e o foco no ambiente do trabalho foi um divisor de águas na carreira.  

“Estar preparada profissionalmente e emocionalmente fez toda a diferença. Também é essencial manter o foco, ter disciplina e estudar sobre essa possibilidade de investimento”. 

Para construir seu benefício FUNCEF, Eliana contou com o apoio da Fundação através da consultoria previdenciária que a orientou e apoiou seu planejamento para a aposentadoria. Ela deixou um recado importante para todas as mulheres: em caso de dúvidas, façam as simulações no autoatendimento e marquem sua consultoria. 

Atualização cadastral 

Nosso quinto case do dia o tema foi a importância da atualização cadastral de dependentes e beneficiários como ato de cuidado e proteção. A coordenadora de Cadastro da Andreia França, salientou a importância de manter seu cadastro atualizado e cuidar daqueles que você tanto ama.  

Convidada por Andreia para o painel, a empregada da CAIXA Stefany Peixoto contou um pouco sobre a sua trajetória. Ela relembrou que durante muitos anos negligenciou a atualização do seu cadastro, mas após a vinda de suas filhas decidiu renovar seus dados e proteger seus dependentes. 

“Quando ingressei no plano de previdência só tinha um filho e no cadastro só havia o nome dele como beneficiário. Mas, fui alertada, depois do nascimento das minhas filhas, que era preciso atualizar o meu cadastro. Não tinha me atentado sobre a ausência do nome delas e imediatamente fiz a atualização.” 

Andreia e Stefany reforçaram como atualizar seu cadastro é fácil e rápido e um cuidado importante que pode fazer toda a diferença. Basta acessar o autoatendimento. 

História de superação 

Para fechar a roda de bate-papo, o evento contou com a palestra da empregada da CAIXA, Leila Haddad, que deu um depoimento inspirador sobre sua experiência pessoal como mulher PCD e suas vivências durante seu período trabalhando na CAIXA. Leila se emocionou ao contar sua trajetória de superação e como a autoaceitação e autoconhecimento transformaram sua vida. 

“Pra mim o maior desafio foi vencer a mim mesma. Após um acidente, a minha vida saiu do eixo rapidamente. A gente precisa escolher, mesmo diante do caos qual é a vida que queremos viver, mesmo com essa confusão toda. Eu escolhi viver e não queria viver de qualquer jeito. A gente precisa fazer escolhas, de como a gente quer viver.” 

Comunicação Social da FUNCEF

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