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A escolha certa para um futuro tranquilo

A opção pelo benefício vitalício é garantia de segurança

15 de Abril de 2021 - Benefício vitalício

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Na vida, a cada virada de ciclo é preciso parar para pensar antes de decidir o rumo a tomar. No momento da aposentadoria não é diferente. Aliás, é preciso ter atenção redobrada para que um passo em falso não faça retroceder em diversas conquistas, inclusive as financeiras.

Uma decisão importante é preciso ser tomada quando chega ao fim a vida laboral na CAIXA. As regras dos planos da FUNCEF permitem duas opções. A primeira é solicitar o benefício de aposentadoria vitalícia, ou seja, receber o valor mensal até o dia do falecimento. Por meio da simulação, é possível calcular qual será o rendimento mensal.

Foto: Henrique Crasto
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Natália Oliveira, analista na Coordenação de Relacionamento e Atendimento aos Participantes da FUNCEF

A outra possibilidade é o resgate, que pode ser feito por aqueles que se desligam da patrocinadora no momento da aposentadoria ou pelos que se desligam sem ainda ter atingido a elegibilidade.

O regulamento do Novo Plano prevê o instituto do resgate, que consiste no saque de 100% do saldo de conta das contribuições, somados os depósitos do participante e da patrocinadora. No momento do resgate há o desconto de Imposto de Renda sobre o saldo total. Não há tempo mínimo de contribuição para solicitar o resgate, mas só será possível no momento da rescisão de contrato com a CAIXA.

“Para quem opta pelo resgate, é importante refletir sobre o impacto na renda de aposentadoria.  Porque além dessa renda, cessam também os outros direitos previstos no plano, como os benefícios de risco, que é a pensão por morte e o benefício de invalidez, além do direito aos empréstimos oferecidos pela Fundação”, alerta Natália Oliveira, analista da Consultoria de Previdência da FUNCEF.

É comum e normal ao participante, num primeiro momento, crescer os olhos ao se deparar com o volume de dinheiro à disposição para o resgate. É como ganhar na loteria – surgem muitos planos, sonhos afloram. Natalia salienta que o melhor a se fazer é pensar objetivamente e simular a sua renda de aposentadoria para os próximos 15, 20 ou 30 anos. Afinal, todos os dados apontam para o aumento da longevidade nos próximos anos.

“Quando a pessoa consegue estabelecer uma relação da importância da renda de aposentadoria para o longo prazo, ela reflete a partir desse conceito. Avaliando o cenário atual, com o que recebe no contracheque, ela projeta a situação para o futuro, incluindo a aposentadoria complementar e o INSS. É possível que esse benefício não represente algo substancial na situação financeira atual, mas talvez não seja o mesmo em 15 ou 20 anos”, observa a analista.

Natália conta que é comum a consultoria receber pessoas que optam pelo resgate e acabam se arrependendo, “principalmente quando a decisão é tomada sem que o participante tenha avaliado bem todos os cenários, uma vez que o momento da aposentadoria é repleto de expectativas e incertezas como qualquer nova fase de vida”.

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Em muitos casos, a frustração poderia ser evitada se o participante lançasse mão de outras alternativas para conquistar os mesmos objetivos que buscou com o resgate. Algumas pessoas falam no desejo de ampliar o patrimônio, já que os filhos já são maiores de 24 anos. Outras querem empreender. “O que a gente reforça é que existem opções que vão além do resgate, tanto para a formação de patrimônio quanto para empreender”. Por exemplo, é possível fazer um empréstimo para comprar um apartamento e, depois, alugar, pagando as prestações com a renda do aluguel. A FUNCEF possui uma carteira de empréstimos com taxas de juros muito acessíveis, comparando com o mercado de bancos, que visa lucro.  Outra opção para quem deseja empreender é o Benefício Único Antecipado (BUA), que concede a antecipação de 1% a 10%.

Usando esses serviços oferecidos pela FUNCEF, o participante poderá realizar os seus objetivos e ter a garantia de uma renda vitalícia. Mantendo o vínculo, estão mantidos também todos os outros benefícios previstos no regulamento do Novo Plano.

Para obter uma boa renda de aposentadoria no longo prazo, a analista recomenda considerar a paridade da patrocinadora, que até o limite de 12% acompanha os participantes na formação de uma renda de aposentadoria. Àqueles que podem ir um pouco mais além, ela indica aplicar um pouco além do limite colocado pela patrocinadora. “A CAIXA vai te acompanhar até 12%, mas nada impede que você contribua com um percentual superior, visando justamente esse ideal de uma renda tranquila no futuro”.

“A consultoria prima para que neste momento, cercado de anseios e incertezas, como toda nova jornada, a pessoa abra essa janela para refletir e pensar o que vai fazer dali para a frente, para que não haja nenhuma espécie de arrependimento”, destaca Natália. Segundo ela, a quantidade de participantes que optam pelo resgate diminui à medida em que as pessoas “se tornam mais conscientes dentro do contexto previdenciário e estabelecem uma relação da importância da renda de aposentadoria no longo prazo”.

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