Todos os planos da FUNCEF seguem superando as metas e na rota de mais um ano azul em 2026. Em agosto, a política de investimentos da Fundação mostrou mais uma vez estar bem calibrada para atravessar períodos de fortes oscilações nos mercados globais e na Bolsa brasileira.
Em termos de estratégia, a FUNCEF mantém uma posição defensiva, com mais de 83% da carteira consolidada aplicada em renda fixa, mas com espaço para buscar oportunidades pontuais que gerem valor no longo prazo.
“Os nossos planos de benefícios vêm superando suas metas de forma recorrente, o que mostra uma atuação disciplinada, focada e resiliente em meio a um cenário com muitos desafios”, afirmou o presidente da Fundação, Ricardo Pontes.
Ele incentivou os participantes a acompanharem o desempenho dos planos no Painel FUNCEF. A nova ferramenta interativa é atualizada todos os meses e está disponível na seção Prestação de Contas do site.
Confira os destaques de agosto:
Novo Plano e REB CD
Nos planos em fase de acumulação de recursos, o movimento de transferência de renda variável para renda fixa reduziu os efeitos da desaceleração da Bolsa de Valores e da desvalorização do dólar em 2026.
O Novo Plano e o REB CD acumularam retornos de 7,57% e 7,59% até agosto, acima do objetivo de retorno (6,71%).
Na janela de 12 meses encerrados em agosto, a diferença é mais acentuada. A rentabilidade do Novo Plano e REB CD supera os 12%, acima da referência de 9,27%, o que projeta um bom desempenho no fechamento de 2026.
Este ano, a Fundação já adicionou mais de R$ 3 bilhões em títulos públicos de longo prazo que serão mantidos até o vencimento (marcados na curva).
Esses títulos (NTN-Bs) oferecem proteção contra a inflação, retornos acima da meta atuarial, cupons semestrais e baixíssimo risco.
Além da renda fixa, os planos também se beneficiaram da maior alta mensal do dólar neste ano (+4,07%), que teve impacto positivo nos investimentos no exterior, classe de ativos em que a FUNCEF procura o equilíbrio entre retorno e proteção da carteira.
“Momentos de estresse do mercado exigem cautela, mas também costumam apresentar boas oportunidades de compra, com ativos a preços mais baixos, o que a Fundação tem monitorado de perto em 2026”, explicou o diretor de Investimentos, Joaquim Cruz.
REG/Replan
Nos planos de Benefício Definido, em fase de pagamento de aposentadorias e pensões, os resultados seguem estáveis. A estratégia de proteção imunizou a carteira de investimentos dos efeitos da variação das taxas de juros e inflação.
O REG/Replan mantém o desempenho consistente e boa saúde financeira. Isso significa que o plano tem, hoje, patrimônio de cobertura suficiente para honrar os compromissos, atuais e futuros, de pagamento de aposentadorias e pensões.
No acumulado de janeiro a agosto, o REG/Replan Saldado e o REG/Replan Não Saldado alcançaram rentabilidade de 7,55%, batendo as respectivas metas atuariais (6,64% e 6,71%). A mesma tendência pode ser vista na janela de 12 meses.
As duas modalidades também apresentam desempenho acima da média dos planos BD (7,34%) analisados pela Consultoria Aditus.
É importante destacar que o resultado da carteira imobiliária até agosto, que representa parcela relevante dos recursos do REG/Replan, reflete apenas os ganhos com a renda de aluguéis. Isso ocorre porque a reavaliação de preços de imóveis é realizada por meio de avaliações técnicas (laudos) ao final de cada ano.
Novo Plano BD e REB BD
Com retornos de 11,33% e 10,90%, o Novo Plano BD e REB BD também bateram a com folga a meta atuarial (6,71%). Ambos têm carteiras formadas apenas por títulos públicos e uma fatia mínima de empréstimos aos participantes.
Comunicação Social da FUNCEF
